White Papers


Recomendações práticas para um Ecossistema Sustentável de Saúde Pública no Brasil

Embora tenha evoluído, há consenso de que a assistência à saúde pública no Brasil ainda tem relevantes barreiras a transpor.

Este White Paper parte da premissa de que o Sistema de Saúde Pública é um sistema complexo no sentido técnico-científico, ou seja, é composto por um vasto conjunto de agentes e processos que interagem, e, como resultado da interação, geram efeitos que não podem ser explicados pela ação individual de nenhum dos agentes em particular [Yaneer Bar Yam, 2004].

Por analogia com o mundo biológico dizemos o Sistema de Saúde é um Ecossistema, que para ser entendido e gerenciado exige uma visão integrada (holística). Ações específicas - “locais”- sobre este ou aquele agente individual, podem gerar um resultado esperado no indivíduo, mas no todo podem ter efeitos perversos.

Porém, uma série de experimentos práticos recentes mostra que é possível abordar o Ecossistema de Saúde a partir de intervenções e iniciativas em partes deste Ecossistema que sejam suficientemente complexas, ou seja, que contenham agentes e processos interagindo, ainda que em escala menor do que no todo.

A escolha de intervenções “certas” pode gerar melhorias dramáticas em eficiência, qualidade e produtividade, que podem ser escaladas para o sistema inteiro.

O que esses experimentos sugerem é que uma forma de produzir mudanças substanciais no Ecossistema da Saúde Pública é atuar com muito foco em partes do sistema (não em agentes individuais, mas em subsistemas), e escalar progressivamente as mesmas práticas para o sistema todo - integrando-o rapidamente à partir da mesma visão gerencial originada no subsistema.

A noção de “gestão”, definida como obtenção de resultados mensuráveis, definidos a partir de metas estabelecidas para indicadores-chave, é central nessa proposta.
A adoção de práticas reconhecidas em outros campos relacionados a processos produtivos em geral (como engenharia industrial e de produção) é essencial para que o ecossistema de saúde pública seja melhor gerenciado.

No entanto, o Ecossistema da Saúde funciona, muito frequentemente, fora de equilíbrio, por falta de interlocução dos seus players e desalinhamento de objetivos. Nesse sentido a indústria, que tem interação com os diversos players e stakeholders do Ecossistema, tem papel relevante de fomentar que os diferentes componentes (ou seja, prestadores, contribuintes, pacientes e formuladores de políticas) dialoguem, troquem experiências com o objetivo de alinhar os incentivos entre os diversos agentes, e viabilizar iniciativas de Inovação, que resultem em aumento da eficiência, qualidade e redução do custo total da saúde.

Dessa forma, a Abbott Laboratórios promoveu o evento “O Ecossistema da Saúde Pública - Dialogando sobre um Sistema de Saúde cada vez mais integrado”, em São Paulo, nos dias 28 e 29 de Agosto 2014, no qual 62 gestores municipais discutiram os principais gargalos e dificuldades do Ecossistema da Saúde Pública.

Acesse Aqui para ler o documento completo.

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